Aí vai a realidade do AMOR.



Ela queria ele,ele queria ela e outras.

Ela sofria,ele nem ligava.

Ela chorava,ele ria.

Ela falava,ele não ouvia.

Ele mentia,ela acreditava.

Ela o esperava,ele não voltava.

Ela queria coisa séria,ele só queria se divertir.

Ela sorria pra ele,ele ria dela.

Ela acreditava em tudo que ele dizia,ele dizia a mesmo pras outras.

Ela se iludia,ele alimentava a ilusão.

Ela esperava por ele,ele já estava está em outra.

Ela ama,ele gosta.

Ela fazia tudo por ele,ele dizia não se contentar com tão pouco.

Ela achava que ia dar certo,ele tinha certeza que ia dar errado.

Ela queria pra sempre,ele só por um momento.

Ela se entregava,ele evitava.

Ela falava:Eu te amo,ele apenas sorria e não revelava.

Ela procurava o principe,ele procurava a próxima.

Ela queria ELE,ele queria UMA.

Ele descobriu que ela é a "ÚNICA",e ela descobriu que ele é só mais "UM"!

Obg my God!
As areias de Copacabana, templo da maior festa de fim de ano do mundo, receberam milhares de fiéis nesta terça-feira, durante as celebrações em homenagem a Iemanjá. E a praia mostrou que o casamento entre religião e democracia é possível.
Diante de 20 mil pessoas, a cantora Ângela Thomaz, de 40 anos, celebrou sua união em uma cerimônia afro com o sargento Antonio Silva Junior, de 47 anos. Criado na religião evangélica, o noivo realizou o sonho da mulher.
— Estamos juntos há 13 anos e nos casamos há dez no civil e no religioso, na Igreja Católica e na Evangélica. Agora, renovamos votos. Foi o meu presente — contou Ângela, que é umbandista.
Para Antonio, o importante é a fé. — Somos todos filhos de Deus. Não tem por que haver intolerância religiosa. É para Deus que cada um vai prestar contas — pregava o noivo.
Barcos com oferendas
Do Mercadão de Madureira, partiram cerca de 20 ônibus, que levaram os fiéis ao Posto 4, onde foi celebrada a união, com festa ao som dos atabaques e cânticos afro. Cerca de oitenta barcos com oferendas foram entregues ao mar. Para não poluir as águas, todos os objetos de plástico e de vidro foram doados. Já a Congregação Espírita Umbandista do Brasil reuniu cerca de dez terreiros em uma festa que atraiu milhares de religiosos. A forte chuva foi vista como bênção.
— A chuva é sinal de Oxalá, que abranda corações e esfria as cabeças. O ano será de Oxalá e Iemanjá, orixás ligados à família. Será muito abençoado para casamentos e para a união, harmonia e amor — explica a mãe de santo Miriam de Oyá.


Fonte: Extra / Gospel+

Um exemplo de fé. Uma menina de Caruaru se dedica a ler e a decorar a Bíblia. Aos 10 anos de idade, Sara Raquel Rodrigues leva a palavra de Deus a vários lugares. Ela nasceu em Caruaru, onda ainda mora com os pais.
A história começou quando ela tinha um ano e oito meses, e sua mãe, Maria de Fátima Rodrigues, preparava uma apresentação de crianças para a festa de dia das mães da igreja. “Chegando nos últimos ensaios, as garotas diziam suas falas. No carro, Sara repetiu a parte de todas meninas. No outro dia, uma quinta-feira, eu já ensinei o salmo 23, e no domingo ela já passava a mensagem”, falou.
Com quatro anos, ela entrou na escola. Já lia e escrevia, e logo leu a bíblia toda. Aliás, ela está fazendo isso pela segunda vez. Quando gosta de um trecho de maneira especial, ela trata de decorar. Sabe falar, sem gaguejar, 31 capítulos. Ela tem sido convidada para aniversários, casamentos, batizados, cultos, e vai a todos, se apresenta para o público sem ficar insegura.
“É difícil eu ficar nervosa, porque faço isso desde pequena. Eu me sinto abençoada mesmo, por Deus”, disse Sara, que tem predileção pelos salmos.

Fonte: Pe 360graus